“Portanto eu lhes digo: Não se preocupem com sua própria vida...” Mateus 6:25 (NVI)
O que dramatiza essas questões no mundo contemporâneo é que vivemos em uma realidade cultural que nos motiva, seduz e impulsiona a pensarmos única e exclusivamente nas nossas possibilidades.
É um assunto que de imediato diz respeito a cada um de nós, pois em vários graus, em maior ou menor intensidade, somos tomados de preocupação. Preocupamo-nos com as necessidades diárias do presente, com as incertezas do futuro e, além disso, buscamos alguma coisa que nos impulsione a estabelecer alvos, metas, objetivos, ir ao encontro de algo que nos de sentido e razão de existência.
Tudo se torna mais pesaroso e sofrível quando se está ansioso. Destaco o perigo de nos movermos pelas preocupações, pois as mesmas geram fadiga e desgaste que atormentam e são ruins. Entretanto, afirmo que a provisão prudente para o futuro é boa.
As consequencias diretas do viver ansioso são o medo e a falta de fé, no primeiro somos tomados por aquele sentimento que não se valoriza, não se entrega sem reservas, nasce à certeza que se está entregue a si mesmo e a segunda sendo aquela confiança equivocadamente ancorada no que Ele é capaz de fazer e não fundamentada em quem Ele é.
Para vivermos em harmonia com a essência do nosso ser e com nossas possibilidades devemos considerar primeiro, a importância de buscar segurança na direção de Deus, isto é ter consciência de que tudo o que fazemos deve ser feito na presença de Deus, pois isto contribuirá para fazermos escolhas certas e segundo, submissão prioritariamente ao governo de Deus no lar, casamento, família, vida profissional, social e financeira.
Por fim, não fuja das suas responsabilidades, mas as vivencie na dependência da graça de Deus.

